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O cumprimento das leis e normas, muitas vezes exige bom senso de quem as executa.
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O cumprimento das leis e normas, muitas vezes exige bom senso de quem as executa.
(Rivaldo Roberto Ribeiro-Jose Bonifacio-SP)
Hoje lembrei-me de uma entrevista do então governador de São Paulo Franco Montoro na Radio Bandeirantes, não me lembro o ano, ele falava do bom senso que um juiz deve ter quando julga um delito, ou a qualquer um de nós na interpretação de tantas normas que nos cercam a vida.
A historinha que ele contou para elucidar essa questão foi essa:
-No portão de um parque havia uma placa proibindo a entrada de cães, quando apareceu um homem com um urso e o porteiro impediu a sua entrada, mas o homem inconformado alegou que na placa havia a proibição apenas de cães não de ursos. O porteiro insistiu que aquele urso também não podia entrar porque causaria o mesmo dano que um cão ou mais...
Pois bem! Logo em seguida apareceu uma velha senhora acompanhada de um pequeno cãozinho inofensivo, e o sábio porteiro a permitiu que entrasse no parque, “infligindo” aquela norma da proibição de entrada de cães. Porque soube interpretar bem o que significava a razão daquela lei, não era simplesmente a proibição de cães, mas o perigo que eles representavam.
Pois aquele cãozinho não causaria nenhum dano dentro do parque, nunca atacaria alguém, apenas servia de entretenimento para as crianças.
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Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 19h02
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RESPEITO
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RESPEITO
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram escolher as disciplinas.
O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída. E assim foi feito. Incluíram tudo, mas... cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos. O Coelho foi magnífico na corrida. Ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa, Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"... coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também. O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades. Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem... e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
“RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO! "
EMAIL : Meire Michelin 150608(Autor não foi citado) |
Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h01
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FÁBULA DA GALINHA VERMELHA
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Leiam e reflitam...
FÁBULA DA GALINHA VERMELHA Esta estorinha ficou mais conhecida quando foi divulgada por Ronald Reagan, nos anos 70, quando o presidente reduziu a carga tributária e conseguiu aumentar a arrecadação nos EUA. É a estória de uma galinha vermelha que achou alguns grãos de trigo e disse a seus vizinhos: - Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?' - Eu não - disse a vaca. - Nem eu - emendou o pato. - Eu também não - falou o porco. - Eu muito menos - completou o ganso. - Então eu mesma planto - disse a galinha vermelha. E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados. Foi em vão, também, pedir a ajuda de qualquer um deles para carpir e cuidar da lavoura. Mas ela mourejou no cabo da enxada e o trigo creceu e se tornou um lençol dourado. - Quem vai me ajudar a colher o trigo? - quis saber a galinha. - Eu não - disse o pato. - Não faz parte de minhas funções - disse o porco. - Não depois de tantos anos de serviço - exclamou a vaca.
- Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego - disse o ganso. - Então eu mesma colho - falou a galinha, e colheu todo o trigo ela mesma. Finalmente, chegou a hora de preparar o pão. - Quem vai me ajudar a assar o pão? - indagou a galinha vermelha. - Só se me pagarem hora extra - falou a vaca. - Eu não posso por em risco meu auxílio-doença - emendou o pato. - Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão - disse o porco. - Caso só eu ajude, é discriminação - resmungou o ganso. - Então eu mesma faço - exclamou a pequena galinha vermelha. Ela assou cinco belos pães e os pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver. De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha simplesmente disse: - Não, eu vou comer os cinco pães sozinha. - Lucros excessivos! - gritou a vaca. - Sanguessuga capitalista! - exclamou o pato. - Eu exijo direitos iguais e justiça social! - bradou o ganso. O porco, esse só grunhiu. Eles pintaram faixas e cartazes dizendo 'Injustiça' e marcharam em protesto contra a galinha, gritando obscenidades. Quando um agente do governo chegou, disse à galinhazinha vermelha:
- Você não pode ser assim egoísta. - Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor - defendeu-se a galinha. - Exatamente - disse o funcionário do governo - essa é a beleza da livre empresa... Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem nada. E todos viveram felizes para sempre, inclusive a pequena galinha vermelha, que sorriu e cacarejou: 'eu estou grata', 'eu estou grata'. Mas os vizinhos sempre perguntavam por que a galinha, desde então, nunca mais fez nada mais... Nem mesmo um simples pão.
Autor desconhecido. Esse texto eu recebi por email de um internauta amigo, Amilton. |
Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 00h49
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QUATRO "ERRES" CONTRA O CONSUMISMO
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QUATRO "ERRES" CONTRA O CONSUMISMO LEONARDO BOFF
A fome é uma constante em todas as sociedades históricas. Hoje, entretanto, ela assume dimensões vergonhosas e simplesmente cruéis. Revela uma humanidade que perdeu a compaixão e a piedade. Erradicar a fome é um imperativo humanístico, ético, social e ambiental. Uma pré-condição mais imediata e possível de ser posta logo em prática é um novo padrão de consumo.
A sociedade dominante é notoriamente consumista. Dá centralidade ao consumo privado, sem auto-limite, como objetivo da própria sociedade e da vida das pessoas. Consome não apenas o necessário, o que é justificável, mas o supérfluo, o que questionável. Esse consumismo só é possível porque as políticas econômicas que produzem os bens supérfluos são continuamente alimentadas, apoiadas e justificadas. Grande parte da produção se destina a gerar o que, na realidade, não precisamos para viver decentemente.
Como se trata do supérfluo, recorrem-se a mecanismos de propaganda, de marketing e de persuasão para induzir as pessoas a consumir e a fazê-las crer que o supérfluo é necessário e fonte secreta da felicidade.
O fundamental para este tipo de marketing é criar hábitos nos consumidores a tal ponto que se crie neles uma cultura consumista e a necessidade imperiosa de consumir. Mais e mais se suscitam necessidades artificiais e em função delas se monta a engrenagem da produção e da distribuição. As necessidades são ilimitadas, por estarem ancoradas no desejo que, por natureza, é ilimitado. Em razão disso, a produção tende a ser também ilimitada. Surge então uma sociedade, já denunciada por Marx, marcada por fetiches, abarrotada de bens supérfluos, pontilhada de shoppings, verdadeiros santuários do consumo, com altares cheios de ídolos milagreiros, mas ídolos, e, no termo, uma sociedade insatisfeita e vazia porque nada a sacia. Por isso, o consumo é crescente e nervoso, sem sabermos até quando a Terra finita agüentara essa exploração infinita de seus recursos.
Não causa espanto o fato de o Presidente Bush conclamar a população para consumir mais e mais e assim salvar a economia em crise, lógico, à custa da sustentabilidade do planeta e de seus ecossistemas. Contra isso, cabe recordar as palavras de Robert Kennedy, em 18 de março de 1968: "Não encontraremos um ideal para a nação nem uma satisfação pessoal na mera acumulação e no mero consumo de bens materiais. O PIB não contempla a beleza de nossa poesia, nem a solidez dos valores familiares, não mede nossa argúcia, nem a nossa coragem, nem a nossa compaixão, nem a nossa devoção à pátria. Mede tudo menos aquilo que torna a vida verdadeiramente digna de ser vivida". Três meses depois foi assassinado.
Para enfrentar o consumismo urge sermos conscientemente anti-cultura vigente. Há que se incorporar na vida cotidiana os quatro "erres" principais: reduzir os objetos de consumo, reutilizar os que já temos usado, reciclar os produtos dando-lhes outro fim e finalmente rejeitar o que é oferecido pelo marketing com fúria ou sutilmente para ser consumido.
Sem este espírito de rebeldia conseqüente contra todo tipo de manipulação do desejo e com a vontade de seguir outros caminhos ditados pela moderação, pela justa medida e pelo consumo responsável e solidário, corremos o risco de cairmos nas insídias do consumismo, aumentando o número de famintos e empobrecendo o planeta já devastado.
Nota do Marcos Arruda: Acrescento um quinto R, o de respeitar a VIDA e a mãe-Natureza: este é o valor de fundo de um modo de consumir sustentável e solidário.
Obs. Esse texto foi enviado pela amiga Marina Rivero - RS |
Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h05
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