*** S I N T O N I A 777**** José Bonifácio-SP (Opinião,Educação,Arte,poesia,mensagens,Links)



Tem tudo haver...Sim!

TEM TUDO HAVER...
Rivaldo R Ribeiro

OS HOMENS NÃO ESTÃO SE RECONHECENDO COMO IRMÃOS, COMO SERES DA MESMA ESPÉCIE, NÃO COMPREENDEM QUE SOMOS TODOS UM, PREVALECE A GANÂNCIA, O EGOÍSMO, TODOS ESQUECEM DO FUTURO, OU ACHAM-SE PERPÉTUOS, QUE LÁ NÃO EXISTIRÃO SEUS FILHOS, SEUS NETOS, OU A SI MESMO, QUEM SABE COMO VELHOS INDEFESOS, CARENTES E DEPENDENTES...

QUAL O SISTEMA NOS ENCONTRAREMOS? O QUE AQUI HOJE NO PRESENTE IREMOS CONSTRUIR PARA O BEM ESTAR DE TODOS NESSE FUTURO.

DESTA FORMA MENSAGENS QUE NOS ENRIQUECE NOSSO INTERIOR, SÃO BENÉFICAS A QUEM A TRANSMITE E A QUEM A RECEBE, POIS VIVEMOS NUMA SOCIEDADE, E TODOS TEMOS A VER COMO ISSO SIM!!!...

QUEM não FICA REVOLTADO QUANDO UM JOVEM SEM ESTRUTURA FAMILIAR, MAL ORIENTANDO PELOS PAIS, PAPARICADO, ENSINANDO-O COMO CENTRO DO MUNDO, E UM DIA DENTRO DE UM CARRO A 100 km POR HORA ATROPELA E FERE TORNANDO-SE VÍTIMA E ALGOZ, ENTÃO TEMOS TODOS A HAVER COM ISSO SIM, POIS PERTENCEMOS A MESMA SOCIEDADE...

OU TOMADO PELO USO DE DROGAS, ROUBA, ASSASSINA, TRANSTORNA TODA UMA COMUNIDADE, AMEDRONTA, NOS TORNA PARANÓICOS, PRESO DENTRO DO PRÓPRIO SER E ESPAÇO, ENTÃO TEMOS TODOS HAVER COMO ISSO SIM, POIS PERTENCEMOS A MESMA SOCIEDADE...

OU A CORRUPÇÃO QUE NOS DOMINA, A FALTA DE ÉTICA, PREJUDICANDO A TODOS, MESMO OS QUE AS PRATICAM IMAGINA ESTAR LEVANDO VANTAGENS HOJE, MAS AMANHÃ SERÁ PREJUDICADO PELOS MESMOS ATOS E COSTUMES QUE CRIARAM HOJE.



Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h40
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Desarmem os espíritos...

VIOLÊNCIA:DESARMEM OS ESPÍRITOS

Rivaldo R. Ribeiro
"Um velho índio descreveu certa vez: Dentro de mim, existem dois cachorros, um deles é cruel e mau, o outro muito bom. Os dois estão sempre brigando. Quando perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu: - aquele que alimento."

Devemos pensar mais como seres humanos e não apenas só no que nos divide, infelizmente muitos usam sua inteligência para isso: em arquitetar métodos para ferir o outro de todas as formas, e isto resulta em mais sofrimento, medo, desconfiança e divisões. Todos queremos a paz e a felicidade, todos trabalham com esse objetivo. Estamos num grande estado de avanço na ciência e tecnologia, e no entanto estamos nos tornando superficiais na convivência fraterna, no progresso interior e nos esquecendo da nossa saúde espiritual, estamos nos queixando da violência, no declínio da moralidade, porem qual a nossa colaboração para que isso se resolva, se estamos inclinados apenas ao exterior e na ostentação materialista e no patrocínio da desigualdade, desrespeitando até os direitos de sobrevivência de outras pessoas, são queixas injustificadas pois são queixas das conseqüências de nossas próprias ações desumanas.

A violência tornou-se num tumor social, células que estão se dividindo e multiplicando a cada dia e lançando profundas raízes , que foram criadas por atos que convergiram numa fonte insaciável de desamor.A pratica do amor não é coisa fácil porque ele é abstrato, e encontra uma forte resistência no orgulho, na mentira, na vaidade,na ganância, na avareza, e na falta de humildade. Ser amoroso não é ser subserviente como muitos pensam, pelo contrário é uma luta aguerrida contra os distúrbios que provocam a violência. Jesus Cristo nos mostrou isso quando enfrentou seus opositores na sua pregação , depois se permitiu ser flagelado e pregado na cruz para convencer e transmitir ao mundo a verdade deste amor, imaginem se fosse ao contrário...seria vencido e não mudaria o mundo.

Vê como é difícil a pratica do amor, tem-se que ter coragem, porque todos queixam da violência mas não querem o amor.

Vou contar-lhes uma pequena historia verídica: Num determinado dia apareceu um furúnculo numa das nádegas de um trabalhador rural, no seu trabalho tinha que andar a cavalo mas a dor era de tal maneira que se tornava impossível e muito doloroso, porem o patrão não entendeu pois ele próprio nada sentia e não se compadeceu, o rapaz continuou a andar a cavalo até certo ponto, e no fim da tarde se arriscou a ficar desempregado e pediu demissão, mas como Deus fecha uma porta e abre outra, hoje ele tem um trabalho melhor e um patrão que o respeita e lhe dá o verdadeiro valor. A paz é fruto da justiça, profeta Isaias. 32,17.


O primeiro patrão nada colaborou com objetivo da paz e não tem direito de reclamar, foi irracional, usou a lei do bruto, foi indigno de sua espécie e tirano, pois provocou raiva, sentimento de abandono a este empregado que poderia tornar-se violento com a injustiça, porem o segundo patrão restabeleceu o sua autoestima, a confiança, e colaborou para que mais uma célula deste corpo social ficasse sadia, tornando-se uma unidade essencial para agregação do homem.

Armamos nossos espíritos com intrigas, rasteiras, injustiças, desconfianças, covardias, insultos,intolerância,calúnias, o que vocês acham o que vai acontecer , a PAZ???

O conceito de Paz está na consciência de cada um e ações, contudo são sementes que plantadas podem nascer espinhos mortais ou flores, quando nascem espinhos são difíceis de extirpar e prejudicam a todos, no entanto as flores com sua delicadeza e perfume mesmo que caiam algumas, atrairão os mais felizes , anunciarão a primavera e produzirão frutos.



Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h26
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Pensamento...

"Passo os dias preso trabalhando. Tempo não tenho para fazer isso...

Com certeza, preferiria olhar o mundo de forma diferente. ..

Todos sonham durante a vida com a liberdade, a vida passa e a liberdade não vem..." .(Rivaldo R. Ribeiro).



Categoria: Pensamentos/Provérbios/Piadas
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h20
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Somos como as plantas...

Somos como as plantas, não somos verdes, mas somos como as plantas.

Quando nascemos somos como as sementes das plantas, que depois de germinadas sempre procuram a luz.

Às vezes quando elas nascem num canto qualquer, debaixo de um tronco, algo que as impeçam de crescer, elas vão ficando fininhas, se esticando, esticando, dando voltas, serpenteando, até encontrar o caminho da luz...E a sua folhinha verde se abre para o sol, para a luz.


Somos como as plantas, as plantas são como nós, os animais e nós somos como todos, somos todos um.

Pertecemos ao mesmo organismo vivo, vivemos no mesmo seio quente da mãe Terra, somos natureza e pisamos nela, poluimos ela, tocamos fogo nela.

Mas nao devemos esquecer a vida precisa da luz, ela procura a luz do sol e a luz espiritual....



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h15
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O menorzinho...

O menorzinho da turma.


Havia um menino que era o menor da sua turma, já no primeiro dia de aulas ele já sentiu as primeiras dificuldades, a primeira era enxergar o quadro negro, pois a sua frente os meninos maiores interrompiam a sua visão. Quando eles saíram para o recreio todos correram para as merendas aos solavancos e empurrões. O menino menorzinho quase que ficou sem o seu lanche, nos minutos que restou do recreio ele corria pra cá e para lá, alegre como um passarinho solto na floresta, mas todos não o aceitavam porque não conseguia alcançar a bola, e os outros meninos maiores sempre o derrubava e não tinha graça. ..

Seu Nôno, inspetor de alunos observou que aquele menino queria brincar, mas não conseguia porque era o menorzinho da escola, e notou que seu maior problema e que ele era o menor, então resolveu conversar com ele para aumentar seu ânimo.

- Hei menino, venha cá que eu vou contar-te uma historinha. Disse seu Nono.

- Certa vez houve um incêndio num galinheiro que foi um deus nos acuda, tudo estava trancado e iria morrer todo mundo queimado, mas ocorreu que havia um franguinho menor que conseguiu escapar por um buraco perto da porta, e já pelo lado de fora ergueu a fechadura, e todos se salvaram...

O menino ouviu em silencio aquela pequena história, o seu Nôno desconfiado que menino não houvesse entendido, deu outros exemplos que o tamanho das pessoas pode influir às vezes de forma decisiva na resolução de alguns problemas, tanto os maiores como os menores são úteis e indispensáveis para engrenagem humana funcionem.



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h12
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O cabeçinha miúda e os Gibis.

CONTO DE NATAL: O cabeçinha miúda e os Gibis.


Rivaldo Roberto Ribeiro (José Bonifácio-SP)


As sacolas estavam carregadas de compras, no trânsito os motoristas buzinavam sem parar, os estacionamentos estavam lotados como se não houvesse espaço para mais ninguém, mesmo assim como milagre tudo se movia, as lojas vendiam, as pessoas compravam, o mundo girava.
No meio disso tudo um homem caminhava preocupado com o pouco dinheiro que tinha nos bolsos, onde poderia encontrar algo para presentear seu pequeno filho?
As lojas eram grande demais, o que ele iria fazer dentro dumas delas? Entrou desconfiado que os outros estivessem desconfiando dele. Os vendedores olhavam para ele sem muita pretensão de alguma venda substancial, respondiam a alguma pergunta com aquele jeito despreocupado sem olhar no seu rosto. Enquanto isso outros clientes que denunciavam boas vendas eram imediatamente atendidos.


Em casa o menino sonhava com papai-noel, presentes, alegria, mas de vez em quando abaixava a cabeçinha miúda, era pequeno ainda, mas ouvia e sentia as dificuldades diárias da família. Esse sonho de natal não podia pertencer a sua vidinha de bolinha de gude, figurinhas, e doces baratos que já estavam causando-lhe caries que no futuro seria outro problema, poderia ficar desdentado e desfigurando a sua aparência de um menino bonito e perfeito.


O homem cabisbaixo e com movimentos tímidos saiu da loja, deu uma ultima olhada nas vitrines e a mercadoria mais barata que ele viu estava muito acima dos seus 5,00 reais.
Introspectivo passava em frente de diversos bares e pensava: "a pinga é barata e afoga muitas mágoas do ano que estava no fim, dos favores que fez, do seu comportamento submisso e obediente, e o resultado foi terminar o ano com pouco dinheiro no bolso." E o menino da cabecinha miúda?Sonhava com o papai-noel. Empurrou a nota para o fundo do bolso como se a obrigasse a ficar bem longe de outro destino, continuou andando sem esperança de comprar o presentinho para seu filho.


O menino da cabecinha miúda sempre ficava com os joelhos esfolados ao se arrastar pelo chão brincando com as bolinhas de gude, era um craque nas vizinhanças e sempre tinha as bolinhas mais coloridas que pareciam verdadeiras jóias.


Na praça que o homem sempre atravessa para ir ao trabalho, quantas madrugadas frias, quantas nevoas úmidas, chuvosas, ou deliciosas nos dias calorentos do verão porque ali a brisa corria livre, passava pelos mendigos que dormiam despreocupados, e sempre imaginava qual a diferença de si e eles: são pobres, mas livres.


Naquele dia não tinha ânimo de voltar para casa e enquanto caminhava observava as novidades: eram tantas coisas que nos dias corridos não tinha prestado atenção uma delas foi uma banquinha de jornais e revistas.
Parou diante dela, olhou para o proprietário o homem olhou para ele, como sempre ele ficava desconfiado que desconfiassem dele, às vezes dava razões a eles, pois o mundo está cheio de malandros.


Mais adiante numa loja de eletrodomésticos as TVs mostravam todos os canais, noticias, filmes, novelas etc. Num dos canais apresentavam um telejornal e o apresentador dava conta que os deputados haviam aumentado seus salários em quase 91%. E ele trabalhava o mês inteiro, sem faltas, atrasos, obediente, fazia favores e o que recebia estava muito longe daqueles salários e levaria anos para tentar juntar apenas uma pequena parte daquelas, e nos dias de eleições ele chegou a ser importante, todos lembravam dele e dos seus companheiros, pobres como ele. Quantas promessas! Quantas soluções! Ele acreditava mais uma vez que tudo iria mudar, mas percebeu que tudo parecia que continuava no mesmo jeito: teria que ser obediente, fazer favores... Reclamar?Seria considerado criador de casos... Fazer o que? O mundo é assim mesmo, injusto. Conformado foi adiante...


Ali entre os seus devaneios sentiu um puxão forte nas suas calças, olhou e um garotinho lhe disse "moço tem R$1,00? Eu queria comprar uma revistinha de quadrinhos".
Naquele momento o homem descobriu o presente para o "cabecinha miúda", pois era dessa forma carinhosa que ele se referia ao seu pequeno filho, tinha R$ 5, 00 daria para comprar 5 revistinhas, iria escolher as melhores histórias, quem sabe não seria o ponto inicial para o futuro do seu filho, poderia despertar nele o gosto pela a leitura.


Voltou à banca de jornais e revistas desconfiando que desconfiassem dele, pois era a segunda vez que estava ali. Ao lado esquerdo havia diversas revistinhas amontoadas e o cartaz avisava R$ 1,00. O jornaleiro aproximou-se com um semblante preocupado: com as bochechas caídas, com cigarro no canto a boca, a testa franzida, passando a mão no nariz com se limpasse alguma coisa. Com certeza passava pela sua mente uma indagação, o que aquele homem pretendia? Assim o homem lhes disse:- "tenho R$ 5,00 e preciso comprar um presente de Natal para meu menino, vou levar cinco dessas revistinhas, por favor, ajuda-me na escolha?".


O jornaleiro comoveu-se com aquele pobre homem, indicou as melhores revistas infantis e de brinde deu-lhe um livro e mais 1 revista.
Próximo dali o menino da praça que havia pedido R$1,00 para comprar uma revista olhava para o homem e sorria, o homem se lembrou do seu desejo desse modo iria presenteá-lo com a revistinha que ganhara de brinde, no entanto quando olhou de novo não havia mais ninguém, procurou pelas redondezas, perguntou a todos, e ninguém soube dizer do menino...



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h09
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Onde está a natureza?

Onde está a natureza?


Vamos lutar a favor da natureza, ela somos nós, nossa sobrevivência. O que vale um carro se ele não funciona, o que vale um ser humano sem ar para respirar, água para beber, e comida saudável para se alimentar?

O que vale um carro, uma estrada, se não levar a lugar nenhum? Ele deve levar a lugares limpos, verdes, rios piscosos, lindas paisagens. O que valem cidades de concretos se nos entediam, estressa e suas estradas não levar a lugar nenhum... O que haverá lá? Deserto, sujeira, e arvores mortas...

Vamos lutar pela natureza, é lutar por nós mesmos.



Categoria: Pensamentos/Provérbios/Piadas
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h03
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ATRAPALHAÇÕES...

ATRAPALHAÇÕES E PREOCUPAÇÕES. (Rivaldo R.Ribeiro)


Ainda estou na cama e isto coloca a memória funcionando... Ou será que não foi? Eu sou hoje um homem tão cheio de dúvidas. Não sei mesmo se fechei as portas e com isso não consigo dormir, chego até a sentir um peso no meu coração. Eu preciso dormir. Vejamos: na porta da varanda, ao checar o trinco eu fiz ploc-ploc com a língua contra os lábios.

Fico preocupado com uma coisa, minha mulher sempre deixa a luz ligada da varanda quando meu filho sai para as baladas, eu sempre desligo, umas vezes é de pirraça, outras vezes é por causa da conta de energia, outras vezes por distração, mas isso implica na segurança dele, olho o teto do quarto e viro para o canto, ouço os barulhos da noite, parece meu filho que está chegando, não é... calço as sandálias vou para a cozinha tomar um copo de água, a luz da varanda está desligada, vou indo para o quarto novamente para tentar dormir, mas a luz da varanda está desligada, e quando meu filho chegar? Alguém poderá esconder no escuro e agarra-lo de surpresa, volto e bato a mão no interruptor e ligo a luz da varanda, e volto para o quarto para dormir, minha esposa resmunga, e pergunta se desliguei a luz da varanda, e respondo que não desliguei e sim que liguei...

A noite vai passando e meu filho não chega do baile, já é muito tempo que a luz está ligada, fico preocupado com a conta de energia, fico preocupado com ele na rua até àquelas horas, fico preocupado com dia que ainda no chegou, porque ainda não consegui dormir.

Meu cachorro late estranho, nunca o ouvi latir daquela forma, acordei minha esposa, preocupado com o latido do cão, e ela disse que ele estava latindo como todos os dias, eu é que estava ficando doido- " fique quieto e dorme" , disse ela. E novamente perguntou se eu não havia desligado a luz, e se nosso filho não havia chegado, eu disse que não, uma resposta para as duas perguntas...

A minha memória começa já a trabalhar nas coisas do dia seguinte, ainda não consegui descansar, e amanha será um dia duro, de muito trabalho, tenho que fazer isto e aquilo, o escritório está uma bagunça, não fiz o relatório que o chefe pediu, haverá muitas entregas e tenho de preencher muitas notas fiscais, atender os pedidos, etc.Levanto novamente, e lembro do trinco da porta da varanda, será que meu filho levou uma chave, contudo não lembro se tranquei a porta, e agora estou em duvidas se liguei ou desliguei a luz, fui até a varanda a luz estava desligada, e quando liguei novamente a luz notei que moto do meu filho estava lá no lugar dela, e voltei ao seu quarto e para minha surpresa ele também já estava dormindo, pelo jeito há tempos, pois já roncava com seu ronco jovem, ai descobri que minha memória me traia novamente, estava preocupado com o dia seguinte, mas tinha me esquecido que seria domingo.

Voltei ao quarto, larguei-me na cama, só confirmei a pergunta da minha esposa, sim o nosso filho chegou... e adormeci o resto da noite sem nenhuma possibilidade de sonhos...



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h00
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Viajar entre os mundos...

Viajar entre os mundos, as estrelas...


Rivaldo R.Ribeiro

Um dia, eu estava olhando para as estrelas e imaginando sobre os mundos do universo, em cada pontinho de luz a milhões de anos luz da terra, o que será que existe por lá, ou existiu?

Gostaria de viajar entre os mundos, de estrela em estrela, conhecer além do meu pequeno espaço as maravilhas criadas por Deus.

O meu pequeno espaço que em certos momentos parece gigantesco, porque ergo fronteiras do egoísmo, da indiferença, da falta de amor que muitas vezes sinto, porque sou falho e incompleto.

Mas Deus nunca viu isso em mim, Ele acha que sou perfeito, Sua misericórdia perdoa todos meus pecados, minhas falhas, mesmo nos momentos que não penso Nele. Porque são momentos que estou com meus pensamentos em outros lugares, nas minhas ambições do meu pequeno espaço, e esqueço da Suas estrelas do Seu universo, da Sua natureza, do Seu grande amor que nos dá de presente todos os dias, quando o sol nasce para um novo dia.

Como eu gostaria de andar entre os mundos!!! Talvez quem sabe encontrar-me com Ele, abraçar e agradecer por tudo, pedir perdão por mim e pelos outros... mas não posso, nada poderia viajar em cada planeta, em cada estrela ou galáxia no espaço infinito... num passeio fantástico...

Ah! Mas Ele nos deu uma coisa poderosa que substitui qualquer coisa que poderia viajar entre os mundos, para que viaje entre as estrelas e admire o Seu mundo, Ele nos colocou dentro da nossa alma, algo lindo e perfeito e de muito poder, e com isso eu posso viajar entre os mundos, o meu mundo interior e meu universo exterior: a minha Fé e Esperança Nele.

Obrigado Pai...



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h57
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O melhor e o pior do mundo...

O MELHOR E O PIOR DO MUNDO

"O melhor do mundo está nas flores e nos beija-flores, nos rios piscosos. O melhor do mundo está nas colinas verdes de arvores frondosas que renovam o ar como: Angicos, Perobas, Jatobá, os coloridos dos Ipês, Figueiras, Amendoim do campo, Aroeiras, Barba-timão, Jacarandá, Vinhático etc. O melhor do mundo está no céu cheio de aves voando e dançando os balés do fim de tarde. O melhor do mundo está no ar puro, no homem sadio e feliz, nas crianças correndo soltas no meio dos jardins. O melhor do mundo está nos alimentos sadios e confiáveis e estes vão para boca do rico e do pobre, ah! Havia-me esquecendo do mel que as abelhas fazem sem nada cobrar. O melhor do mundo é curtir a velhice junto aos netos respirando o ar puro dos campos. O melhor do mundo é ver nuvens de chuva e não da poluição...".

O PIOR DO MUNDO

"O pior do mundo é contar com riquezas falsas e injustas, em cima da falta de misericórdia dos seres viventes, quando estiveres inquieto por causa do calor, por causa da falta de água, olhares para os horizontes e lembrares das zombarias que fizestes ao veres as árvores tombarem, um animal fugir. A censura severa do arrependimento só restará areias quentes, e o desespero de ir para algum lugar sem certeza alguma, carregando nas costas seus sacos de papel de dinheiro que nada mais valerão."



Categoria: Pensamentos/Provérbios/Piadas
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h47
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PEQUENA HISTÓRIA DUM IDOSO"

PEQUENA HISTÓRIA DUM IDOSO"

Rivaldo Roberto Ribeiro


Segunda-feira, o tempo está nublado e cinzento, parecia que não ia chover muito, mas caia uma garoa fria e intermitente. Depois de cumprir na vida com suas obrigações, caminhante deste mundo a tempos, Berto está sentado num banco daquele café, observando todos que passavam, via neles seu passado de sonhos, via neles uma indiferença egoísta cada um com a cobiça de alcançar fortunas e sucesso, que com certeza não chegarão a todos. Melancólico, só restava a saudade das crianças e da sua juventude...

Mas Berto sempre foi um homem que questionava a vida e seu sentido, assim resolve que seria um velho alegre e feliz. Tinha sabedoria, sabia contar muitas estórias para os netos, iria realizar algumas travessuras, pois a idade lhe permitia isso. Pegou o guarda-chuva e foi caminhando com cuidado lembrando das recomendações de sua esposa, "se quebrar algum osso, meu velho nessa idade é difícil de se ajeitar", pois a rua parecia lisa. Era a primeira Segunda - feira que não tinha para aonde ir... Voltou para casa.

A sua mão traduzia uma vida dura e honesta, com calos e cicatrizes, que atestavam os seus esforços na tentativa duma vida melhor a si e aos seus, hoje um sobrevivente herói na construção dum país que às vezes não o reconhece, ficar doente? O SUS assusta...

Sua mão deformada com nós nos dedos pelo esforço é comovente (...), quando ele com um gesto lento passou sobre a boca o polegar curvo, que tantas vezes usou como alicate, anos de arrebatamento e trabalho, do cansaço e por fim a sonolência da tarde.

Agora não se pode exigir do seu corpo a juventude, a sua coluna já curva e pouco móvel não sustenta o seu peso como antes. Seus olhos perdem o brilho e exige o auxílio das lentes. O ouvido perde a sua sensibilidade e a saliva diminui comprometendo a digestão. A musculatura enfraquece e diversos outros órgãos funcionam com mais dificuldades. A sua identidade se revela na sua pele mais escura e com as rugas, e seus cabelos brancos denunciam a sua sabedoria e o pecúlio do espírito humano.

Berto sempre fez das suas narrativas aos mais jovens como se estivesse pedindo perdão pela sua velhice. Contava sempre que ajudou a construir o hospital da cidade, o clube, a igreja, aquela ponte, a escola etc. Desconfiado da falta de crédito, afirmava que tinha fotografias, evitando assim a descrença ou o sarcasmo dos ouvintes.

Numa dessas reuniões familiares, Berto ouve da sala da frente que é bem pequena, sua esposa Dona Vitória, com sua voz doce e conciliadora sendo entrevistada pelos seus netos. Curiosos como todas as crianças, queriam saber sobre tudo. Dona Vitória com seu jeito envolvente, sua paciência, seu carinho maternal de vó, respondia a todas as perguntas que eram disparadas sem parar. No meio daquela balbúrdia, aproveitava a oportunidade para ressaltar seus exemplos quando menina: de obediência, seus valores morais e religiosos, o respeito que foi dispensado as seus pais e mestres, e principalmente aos mais velhos. Qualidades que hoje lhe rende um carinho especial da sociedade local. Berto, com a vista turva descobria que o tédio das horas constantes terminara, e o sentido do resto da sua vida estava ali na sua frente..., Tinha uma família maravilhosa..., afastou-se com os passos lentos e macios, e começou a planejar a sua primeira travessura, iria encher algumas bexigas coloridas, comprar um saco de balas, convocar os netos e bagunçar a casa, e com isso já matutava alguma desculpa a um possível protesto de Dona Vitória...



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h12
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O ATO DE ESCREVER...

O ATO DE ESCREVER
Rivaldo Roberto Ribeiro

O ato de escrever é a organização das palavras em um sentido harmônico de idéias, sentimentos, informações, opiniões, investigações metafísicas, uma tentativa próxima de um arranjo musical pela emoção e pela sincronia entre uma palavra e outra. É uma espécie de conversa e desabafo com um leitor imaginário, um ato libertário, um delírio em tecer o abstrato e o concreto transformando nossa imaginação em mundos consistentes, sensações múltiplas que devem convergir apenas num ponto para que o leitor tenha compreensão sobre essas sensações, uma criação de momentos lúdicos proporcionando a nossa mente uma viagem à outra dimensão.

O ato de escrever é a necessidade de se comunicar e dizer aos outros que está aqui, que é parte deste mundo, não é colocar-se acima dos outros, e sim se colocar entre os outros, não deve ser confundido com arrogância, prepotência, vaidade ou coisa semelhante, pelo contrário na maioria das vezes são pessoas introspectivas e contemplativas, o que vem proporcionar o favorecimento da percepção pormenorizada e peculiar do mundo exterior.

O ato de escrever não é fácil, às vezes é impedido pelo senso do ridículo que age com suas marteladas doloridas e inimigas na nossa mente..., outras vezes há restrição pelo medo natural da sobrevivência. Mas as palavras vêm, não são amigas e nem inimigas precisamos conquista-las, uma conquista difícil pela sua vocação de liberdade, que aprisionadas teimam em sair. Poderiam ficar escondidas nas gavetas, nos blocos de papel, no diário da agenda, mas que efeitos teriam? Só ouviríamos seus soluços pela tristeza de ficarem aprisionadas, asfixiadas nas angustias de sua própria determinação.

Quem escreve tem a esperança de mudar alguma coisa, se não tivesse esta esperança não adiantaria ir para essa aventura, ser julgado por todos de todas as formas, o medo das criticas ou indiferenças que podem nos levar a resignação. Mas espremido entre o céu e a terra esta renuncia não é possível, explode de forma incontrolável em palavras às vezes desconcertantes, sem sentido, sem lógica, correm para nossa mente como espermatozóides para a fecundação, que no inicio é apenas um sopro de vida, que vai desenvolvendo, crescendo, tomando forma, chegando ao seu sentido, tendo sua aparência e seu nascimento.

Nascidas as palavras vão... criam asas e voam... já não mais nos pertence... como todo bom pai e bom filho conversamos muito, encontramos seu desejo, sua sina, seu dom, e ensinamos o caminho, mostramos que sonhar com um mundo utópico não é loucura, as palavras têm esse poder de sonhar e realizar sonhos, pois a realidade se concretiza através dos sonhos. E por ai elas vão tentando explicar tudo que encontram pela frente: as verdades, os erros, a justiça, as crenças, as esperanças, as revoluções, a evolução... um infinito caminho na busca da compreensão do homem.

Enfim ao ato escrever é como a vida: difícil, misteriosa, nos leva a descobertas, nos da prazer, às vezes um medo apavorante, mas devo confessar que colocar todas as idéias sobre um assunto é deveras intrigante, é uma espécie de quebra-cabeça que não sabemos o resultado da imagem que se vai formar... e quando não há fidelidade com as idéias que queremos expor, sentimos uma tentação incrível de não prosseguir...mas o desejo de continuar vem bater na porta novamente e se não abrirmos correremos o risco virar as costas a única coisa realmente nossa: a liberdade de pensamentos.

A diferença de quem escreve e de quem não escreve, é que um escreve e outro não.(José Saramago)



Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h43
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Olhar de opinião

OLHAR DE OPINIÃO"
Rivaldo R. Ribeiro.

"As pessoas inteligentes não têm medo da verdade, porque sabem comportar-se" (...) Os comportamentos das pessoas são geralmente medidos por toda a sociedade; este olhar de opinião é o que determina que somos sócios e que participamos desta sociedade, e sinaliza se estamos preparados ou não a participar desta mesma sociedade, como tal temos de cumprir regras que disciplinam a moral, o respeito, a ética, boa vizinhança, evitar atitudes que podem incomodar outras pessoas, afinal os nossos limites e direitos termina aonde começa o do outro.

Os políticos vivem de olho nas pesquisas de opinião publica, porque democraticamente pode ser a luz que iluminará os caminhos dos governantes e por meio delas traçarem diretrizes para seus governos ou para serem eleitos, pois a sabedoria popular é irrefutável, e sua opinião pode ter um grande poder transformador. David Hume, em seu livro Ensaio sobre o Entendimento Humano, escrevia: "Embora os homens possam ser governados pelo interesse, ainda o mesmo interesse em si, todos os afazeres humanos são governados pela opinião pública".

O olhar de opinião não se perde na memória, e tem uma incrível capacidade de relembrar o que fomos e o que aprontamos, notadamente nossos erros, porque acertos e vitórias os ciúmes e invejas alheias fazem questão de esquecer, porem os erros se tornam uma cicatriz inquietante que nenhuma plástica resolve.

E para que não sofremos as conseqüências do terrível olhar de opinião, é aconselhável que não sejamos como os bêbados ou irresponsáveis que a 140 km por hora atropelam e matam. Os que obrigam os idosos a atravessarem a rua correndo, pois acredita que seu veículo não pode esperar alguns minutos.

Aos tiranos comportamentais que invadem as avenidas com o som de seus carros acima do permitido, proibindo o sono reparador duma semana de trabalho ou vida inteira.
Dos que realizam "festas e bailes" sem o necessário isolamento acústico (Como é duro tentar dormir, descansar de um trabalho honesto e não conseguir).

Dos que praticam a corrupção descaradamente roubando nosso dinheiro suado, dos que são inflexíveis...Dos que...E por ai vai...até o momento que alguém os incomoda, ai como se diz: pimenta nos olhos dos outros e refresco.

Concluindo, procure usar sempre a sua boa parte porque ela nunca lhe será tirada. Seja inteligente! Nós não temos nada com a vida dos outros, será mesmo? Quantas vezes perdemos os sono, a tranqüilidade por causa das loucuras, maldades e irresponsabilidades alheia, quando nossos filhos estão se divertindo ou trabalhando, nossa preocupação com parentes no transito, com assaltos, falta de respeito, falta de educação dos filhos dos outros que ameaça os mais velhos, e os que estão a nossa volta será que todos dirão a verdade a nosso respeito? Por via das dúvidas eu vou me resguardar procurando agir da melhor maneira possível, para que meu comportamento não prejudique aos outros e como um bumerangue, a mim mesmo.



Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h38
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O confeiteiro.

O confeiteiro.
Rivaldo Roberto Ribeiro

Um confeiteiro recém formado resolveu fazer um bolo, juntou todos os ingredientes e mão na massa, convidou alguns "amigos" para provar sua primeira criação, que no seu próprio julgamento seria uma obra prima e com certeza todos iriam gostar.

Porem ele era uma pessoa muito dificil, e todos sabiam disto e nunca iriam dizer realmente se o bolo estava bom ou ruim, nunca iriam critica-lo por causa do seu temperamento, que poderia ter uma reação imprevisível e jogar o bolo em cima das pessoas ali presente.

Assim todos foram provar o bolo, digo provar por uma questão de elucidar aquele momento, porque não seria uma prova, porque todos já saberiam que só poderiam dizer que o bolo estava ótimo e maravilhoso. Realmente a sua aparência era esplêndida: coberto com chantilly em flocos, uma delícia! Mas na hora de come-lo...Bah! Argh! Horrível.

Todos se olhavam e diziam "este bolo está uma delicia", o confeiteiro no alto de sua confiança acreditou na sua verdade, que ele seria o maior confeiteiro nas redondezas e poderia ganhar dinheiro com isso ou um bom emprego.

E foi a luta, o primeiro teste seria na padaria mais conceituada da cidade, entrou pisando firme olhando os outros confeiteiros com desdém, nunca ninguém conseguiria confeccionar um bolo como o dele..., Os seus "amigos" já tinham provado e aprovado com louvor, ninguém ousou criticar, e lá foi ele, pegou os ingredientes, e confeccionou o bolo do teste, afastou-se um metro ou coisa assim e com o peito inflado olhava por cima, com a certeza de que proprietária daquela padaria não teria dúvidas: seria ele o escolhido.

No final do teste, apresentado os concorrentes uns aos outros, e tudo mais, foi proclamado o vencedor: seria o Sr. Quintino, a surpresa desmoronou o confeiteiro que não aceitou o resultado. Assim furioso se propôs a confeccionar seus próprios bolos, porem foi um desastre, todos com variadas desculpas esfarrapadas tais como: dietas de emagrecimento, ou alguma enfermidade recusaram a comprar o bolo do confeiteiro.O Sr. Quintino continuava na padaria confeccionando bolos, com freguesia certa...

Foi quando o confeiteiro entendeu que seus "amigos" com receio omitiram a verdade, e como isso ele alimentou fantasias que nem sempre funciona; ao contrário pode ser revelar uma calamidade.



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h35
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A POLÍTICA E A FÉ.

A POLÍTICA E A FÉ.
(Rivaldo Roberto Ribeiro)
oBS. esse artigo foi publicado em outro blog em 14.09.2006, e nada mudou...

Assistimos uma avalanche de noticias de corrupção, a tal ponto que alguém já trocou o nome do Jornal Nacional pelo de Jornal do Mensalão, agora sanguessuga, até quando vamos ficar surpreendidos com a corrupção da nossa Pátria, homens que se sujeitam a este tipo de comportamento estão nos deixando tristes, nauseantes, decepcionados, indignados e descrentes na possibilidade de um Brasil justo, ordeiro, ético, estamos todos cabisbaixos e amedrontados temendo um futuro sombrio, um futuro que se projeta como um ambiente desolado e deserto, um clima árido para a proliferação de boas idéias e bons cidadãos, atitudes que nos leva a duvidar que estas pessoas acreditam em Deus, e se for o caso em si mesmas, porque não estão se importando com o sofrimento de seus semelhantes, nos corredores dos hospitais, dos famintos...seus desconfortos... suas lagrimas... seu abandono...tratando nosso país como um parque de diversões, Ora! Ora! Aqui é nossa pátria, é como se estivessem roubando a nossa bandeira, porque estão remetendo ao exterior uma imagem irreal do verde amarelo, gerando impressões generalizadas dum povo que é contrário a tudo isso.

O que nos consola é que tudo tem seu tempo, podem estar certos disto, não desistam da esperança. "Há tempo de amor a tempo de ódio. Há tempo de guerra e tempo de paz". Eclesiastes 3, 8. E o tempo da corrupção, da falta de ética, falta de patriotismo devem estar no seu final, nada se repete por tanto tempo, o apetite do doente está voltando e isto demonstra a sua recuperação, a história nos conta isso através dos tempos, e o caminho para luta contra este mal está nos exemplos que Deus nos mostrou, naqueles que nunca abandonaram o sonho de amor na espécie humana, e esse amor é uma forma de política, talvez a única forma....

E esta forma de política foi praticada pelos santos e mártires do cristianismo, que sem medo pelo amor aos seus semelhantes e fortalecidos pela Fé, sem interesse algum defenderam os mais fracos e pobres, confortaram os doentes, exemplos como Madre Tereza de Calcutá, Irmão Dulce, e São Francisco de Assis que enfrentou o seu pai, toda uma sociedade por causa dos miseráveis e leprosos que eram marginalizados e excluídos do convívio desta sociedade.

Jesus Cristo praticou política quando enfrentou os Romanos, os Fariseus, os Saduceus que se refugiavam nos cultos, preconceituosos, e viviam afastados dos problemas sociais, Ele convivia entre os pobres, desesperados, rompia a ordem social vigente na sua época, e com seu testemunho dava credibilidade a seus ensinamentos, pregava a união e amor entre os filhos de Deus contra os que ignoravam a paz e luz Divina da verdade, Ele queria a justiça sem ser justiceiro, não exigia que mudassem do seu estado social, mas que fossem justos, solidários, assumindo e reconhecendo o estado dos mais fracos.A alienação não fazia parte dos pensamentos de Jesus, Ele via a necessidade da distribuição do pão, busca da liberdade, da paz, da igualdade e do respeito à vida humana, mas também o respeito ao Estado quando disse "dar a César o que é de César" (Mt 22,15-22) assim devemos cumprir nossas obrigações e deveres como cidadãos e cristãos, respeitando as leis e pagando nossos impostos sem sonegação, devolvendo para a sociedade o que pertence a ela.

Alguns podem dizer que misturar religião com política não seria aconselhável, que são caminhos antagônicos, mas o que é religião seus ensinamentos e doutrinas? E a política o que é? Podem ser dois caminhos diferentes, mas que convergem, ou devem convergir a um ponto: o bem estar do homem dentro da sua sociedade, e a religião através da Fé verdadeira, não dos hipócritas, leva a valores éticos e morais e nos dá o discernimento de distinguir o joio do trigo, assim decidirmos com real convicção a quem depositar a nossa confiança pelo voto.

Jesus é o caminho, a verdade e a vida, nos libertemos da corrupção que leva o Brasil para o esgoto do subdesenvolvimento e esmaga os inocentes. Portanto a corrupção é injusta, se é injusta é contra Deus, e é ai que a religião se interage com a política, pois política também deve ser justa, mas Ele nos dá uma esperança: "Deus não faria justiça aos seus eleitos? (Lc 18,7)".

FRAGMENTO DE UM TEXTO AO POVO BRASILEIRO DA CNBB:
"Lembramos aos nossos políticos o que o Espírito nos diz no Livro da Sabedoria:" Amai a justiça vós que governais a terra "[Sb 1,1]. Conclamamos todo o povo brasileiro a que se una no grande mutirão pela ética e pela cidadania, para debelar a corrupção e consolidar a democracia".



Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h33
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"ULTIMA FLOR DO LÁCIO"

"ULTIMA FLOR DO LÁCIO"

Rivaldo R.Ribeiro

"Ultima flor do Lácio", usa-se esta expressão para designar a língua portuguesa que teve a sua origem como a última das línguas derivadas do latim, sendo "Lácio" o nome da região da Itália onde fica Roma. Quem criou a expressão foi o poeta brasileiro Olavo Bilac no seu soneto LIGUA PORTUGUESA, no primeiro verso onde se lê "Última flor do Lácio, inculta e bela", inculta porque já naquele tempo sofria maus tratos, e continuava bela...

Num país gigante como o nosso, seu regionalismo, suas diferenças sociais levam a população a falar alguns dialetos, ou modificações na pronuncia na linguagem coloquial, tornando-se as palavras em seres vivos mutantes, como numa fluidez de água corrente, misturam-se idéias, confunde-se, tornando-se sua "foz" mais forte, mais sonora e dinâmica, criando assim a sua identidade própria. A discriminação, preconceito, e menosprezo a alguém que fala com erros na pronuncia, não faz sentido, e chegam e ser cruéis, porque a culpa não lhes cabe, todos nós sabemos disso, mas mesmo assim nas suas colocações e a ignorância da sintaxe não quer dizer que não estão falando corretamente língua portuguesa, que na sua complexidade poderíamos cometer enganos ao apontar algum erro nesta linguagem, que possivelmente estariam corretos graças a muitas variantes regionais e dialetos, que são genuinamente populares dentro da cultura e já arraigados.

Assim justamente com capacidade de se eternizar, definindo a nossa brasilidade. Exemplos como bravo e brabo, assobiar e assoviar; é um processo que já ocorria no Latim Vulgar e se transferiu para nossa língua, sendo ainda muito presente também no Norte de Portugal, onde se ouve, por exemplo, barrer onde diríamos varrer; nesta formação de derivados já existe sinais no Rio Grande do Sul entre bravo e brabo da adoção exclusiva de brabo, assim estas alternâncias de fonemas aparecem com freqüência, entre muitos outros.

Portando estas variantes lingüísticas, são típicas de determinadas comunidades, ou regiões, enriquecendo o patrimônio cultural da língua portuguesa, que desde a sua origem lá no Lácio até os dias de hoje houve modificações, palavras e fonemas que foram criados no seio da população, onde sentimos o pulsar da vida, a existência povo brasileiro, magnificamente retratada nas obras de João Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Euclides da Cunha, Érico Veríssimo, Ariano Vilar Suassuna, nas músicas raiz, literaturas de cordel, que são imortais etc.

Quem faz a língua são os falantes, os gramáticos apenas a estudam, se não fosse assim, ainda estaríamos falando a língua do tempo de Camões. Em verdade, nosso repúdio deveria estar na prática dos estrangeirismos, que é confundido com elegância e civilidade, num delírio passivo ao domínio estrangeiro, e na linguagem simplificada na internet, que amputam sem direito a prótese. Também a infiltração de outras culturas merece o nosso repúdio, como o dia das bruxas (halloween), pois ignora nosso rico folclore, enraizado nos mistérios das religiões africanas e outras que ajudaram a formar o caráter do verdadeiro povo brasileiro.

"Ah! Como gostaria deslizar sobre as palavras da nossa língua portuguesa, expor idéias, sentimentos, ser um transmissor das impressões dos personagens que por mim passam cada um com suas histórias, que sofrem calados num mundo coletivo e individualista, que só a iniqüidade é levada a sério, e o amor confundido com a hipocrisia".

O motivo que escrevi este texto foi a discordância com algumas pessoas que no alto de seus pedestais, às vezes ridicularizam algum deslize no linguajar de alguém que não teve a mesma oportunidade de se aprimorar nos estudos, e ficaram pelas estradas da vida criando novos dialetos, novas palavras, enriquecendo a nossa língua BRASILEIRA, assim e a eles que devemos a nossa identidade Brasileira, e não a quem fica macaqueando os estrangeiros.



Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h29
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INTELIGÊNCIA.

 

INTELIGÊNCIA.

(Rivaldo Roberto Ribeiro)

"Reconheça, aceite e ofereça seus limites, mas também suas qualidades. E você possui muitas. Não é verdadeira humildade julgar-se humanamente mais desprovido que os outros". Michel Quoist.

"É Ele quem faz mudar os tempos e as circunstancias; é Ele quem depõe os reis e os enaltece; é Ele quem dá sabedoria aos sábios e talento aos inteligentes". (Daniel 2,21)

A teoria de que existem pessoas mais inteligentes entre umas e outras não é verdadeira, a inteligência está muito acima da nossa compreensão e é difícil de ser explicada porque é dada por Deus. Quando julgamos que uma pessoa é superior por causa da sua inteligência não estamos considerando que existe um diferencial na sua formação, na sua vida, condições familiares, econômicas, condições de saúde, portanto e um julgamento equivocado, pois nascemos todos iguais: nus e chorando, e assim continuamos por toda vida se não olharmos com convicção para o nosso interior, nossa fé espiritual e a sabedoria de cada um, seus talentos.

Poderemos ser profissionais altamente qualificados, mas isso não quer dizer que somos mais inteligentes, e sim que fomos bem programados para aquela determinada profissão. Por exemplo, se atribuirmos uma tarefa diferente da formação deste profissional, mesmo que ela seja simples na concepção de outros profissionais de outras áreas é provável que este profissional não consiga efetuar esta tarefa.

Somos providos de dons objetivos e subjetivos, o objetivo tem que dar uma olhada no subjetivo para que haja equilíbrio, para que a objetividade não transforma estas pessoas em insensíveis zumbis, desprovidos da nossa energia principal: a sabedoria. O subjetivo aparece mais entre os artistas, poetas, escritores de ficção, religiosos (vejamos as pessoas com graves problemas mentais internadas em hospícios, classificadas sem inteligência alguma, muitas delas é capaz de pintar quadros de alto valor artístico). O objetivo aparece mais entre os que são mais propícios a cálculos, a ciência, pesquisas, a lógica etc.

Entretanto não devemos esquecer de outro tipo de inteligência: a inteligência espiritual, que aumenta os horizontes das pessoas, as torna mais criativas, e manifestam a necessidade de encontrar um sentido para a vida. Hoje vivemos em uma cultura espiritualmente incapaz, perdendo o propósito na vida, perdendo razões para desenvolver valores éticos, uma cultura materialista longe da espiritualidade, longe de Deus.

Assim uma pessoa que possui a inteligência espiritual, tem a sabedoria da vida, está sempre inspirada pelo desejo de servir. É responsável por uma visão de valores mais altos, são pessoas que estão preocupadas com o meio ambiente, a comunidade, com a religião, com o pensamento em Deus e no Seu amor, sabem lidar melhor com as emoções e tem uma visão bem ampla do mundo. Quando a gente tem fé, agente vê o invisível e consegue o impossível, porque sem a supremacia do espírito o homem cega a sua inteligência, e transforma a sua liberdade em libertinagem, embrutece a sensibilidade, já não é mais homem é um animal perigoso, vejam o mundo.

Portanto o sentimento de superioridade pertence aos insensatos e estúpidos, porque quem acha que sabe tudo, não sabe nada, esqueceu-se do por que e da busca. Adolfo Hitler acreditava que iria dominar o mundo, não dominou. Cristo refez o homem com sua humildade e espiritualidade, São Francisco de Assis no inicio era considerado louco, e hoje todos nós o amamos pela sua extraordinária lição da perfeita alegria através da Fé, qualquer pessoa é muito inteligente com os dons e talentos que Deus lhe deu que são atribuídos a todos sem distinção, nem mais, nem menos (Mateus 25,14), pode ser que você esta fora de seu contexto profissional, isto não quer dizer que você é pouco inteligente, não se deixe dominar pelas mentiras das inteligências artificiais, procure desenvolver a sua inteligência espiritual, ela vai te ajudar a olhar para dentro de si mesmo e a ver o mundo de forma diferente, mostrar um caminho sólido baseado na verdade, perseverando sempre em busca dos seus sonhos, não deixe que sua vida seja semelhante ao um lago sujo de algas e poluição, onde a luz do Sol não possa entrar...



Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h26
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ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO.

ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO. RIVALDO R RIBEIRO.

Existem vários tipos de talentos, como exemplificou Jesus Cristo em sua parábola dos talentos (Mateus 25,14), conforme a capacidade de cada um, alguns se identificam melhor no trabalho com pessoas, e seu trabalho deve ser: social, saúde, relações públicas etc. Outras pessoas conseguem trabalhar com facilidade com os animais. Outras pessoas lidam melhor com tijolos, pedras, arame farpado, maquinas, números etc. Outras com criações artísticas, que dum ponto qualquer isoladas conseguem emocionar todo o planeta com suas criações, e sozinhas comunicarem-se com milhões de pessoas, assim por diante...

Porem as pessoas que não tem talento, sabedoria, ou capacidade para trabalhar com pessoas, podem trazer dificuldades a si próprias, ou trazer terríveis sofrimentos aos seus subordinados quando em cargos de chefia, minam a autoconfiança, gerando pouca produtividade por razões de intimidações, opressões constantes, práticas de humilhações, de rebaixar o outro, gerando baixa auto-estima às vezes irreversíveis, causando doenças tais como: hipertensão, situações depressivas e instabilidade emocional.

Esta tortura torna-se medonha quando se instala o estigma sobre um indivíduo, sendo classificado sempre como bode expiatório de tudo que acontece de ruim, a sua volta ou na sua vida.

Este tipo de constrangimento pode ocorrer também entre colegas que querem se destacar perante a este "tipo" chefe, perseguindo sempre na espreita de algum "erro" do companheiro, mesmo que seja 1% de erro entre 99% de acertos, isto é desprezado, apontando este 1% de erro como um efeito trágico, desmoronando tudo de bom que a vitima tenha feito nos seus 99% de acertos. Tornando-se impossível as condições dela desenvolver-se bem o seu trabalho.

Chefes que usam o assédio moral no trabalho, não praticam uma palavra que se chama AMOR, e sim devem lidar com os animais, pedras, maquinas coisas assim, que não são pessoas humanas, faltando-lhes autoconhecimento e informação para as relações humanas, pois na gestão moderna precisa-se de lideres não chefes carrancudos.

O chefe deve ser um agente conciliador, e não um agente de desavenças. Vejamos uma partida de futebol: ela corre tranqüila, a disputa existe, mas uma falta inexistente é marcada, ou uma falta violenta é cometida, alguns jogadores cobram deste juiz atitudes coerentes, mas este juiz "esqueceu" o cartão amarelo e vermelho em casa, prejudicando assim a produtividade dos bons jogadores, e muitas vezes assistimos lamentáveis conflitos generalizados. Assim o chefe deve ter o discernimento de punir o faltoso com justiça, estimulando assim os trabalhadores produtivos e coerentes.

Estudos da Hay Group, empresa americana especializada em recursos humanos, divulgados numa revista de circulação nacional, diz que os chefes exercem 70% de influência sobre a carreira do seu subordinado, seja para o bem ou para o mal.
Finalizando a competência muitas vezes está com o chefe, que como agente emissor nítido, faz chegar aos receptores noções reais e motivação para realização de suas tarefas.



Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h23
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VIOLÊNCIA:DESARMEM OS ESPÍRITOS

VIOLÊNCIA:DESARMEM OS ESPÍRITOS

Rivaldo R. Ribeiro
"Um velho índio descreveu certa vez: Dentro de mim, existem dois cachorros, um deles é cruel e mau, o outro muito bom. Os dois estão sempre brigando. Quando perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu: - aquele que alimento."

Devemos pensar mais como seres humanos e não apenas só no que nos divide, infelizmente muitos usam sua inteligência para isso: em arquitetar métodos para ferir o outro de todas as formas, e isto resulta em mais sofrimento, medo, desconfiança e divisões. Todos queremos a paz e a felicidade, todos trabalham com esse objetivo. Estamos num grande estado de avanço na ciência e tecnologia, e no entanto estamos nos tornando superficiais na convivência fraterna, no progresso interior e nos esquecendo da nossa saúde espiritual, estamos nos queixando da violência, no declínio da moralidade, porem qual a nossa colaboração para que isso se resolva, se estamos inclinados apenas ao exterior e na ostentação materialista e no patrocínio da desigualdade, desrespeitando até os direitos de sobrevivência de outras pessoas, são queixas injustificadas pois são queixas das conseqüências de nossas próprias ações desumanas.

A violência tornou-se num tumor social, células que estão se dividindo e multiplicando a cada dia e lançando profundas raízes , que foram criadas por atos que convergiram numa fonte insaciável de desamor.A pratica do amor não é coisa fácil porque ele é abstrato, e encontra uma forte resistência no orgulho, na mentira, na vaidade,na ganância, na avareza, e na falta de humildade. Ser amoroso não é ser subserviente como muitos pensam, pelo contrário é uma luta aguerrida contra os distúrbios que provocam a violência. Jesus Cristo nos mostrou isso quando enfrentou seus opositores na sua pregação , depois se permitiu ser flagelado e pregado na cruz para convencer e transmitir ao mundo a verdade deste amor, imaginem se fosse ao contrário...seria vencido e não mudaria o mundo.

Vê como é difícil a pratica do amor, tem-se que ter coragem, porque todos queixam da violência mas não querem o amor.

Vou contar-lhes uma pequena historia verídica: Num determinado dia apareceu um furúnculo numa das nádegas de um trabalhador rural, no seu trabalho tinha que andar a cavalo mas a dor era de tal maneira que se tornava impossível e muito doloroso, porem o patrão não entendeu pois ele próprio nada sentia e não se compadeceu, o rapaz continuou a andar a cavalo até certo ponto, e no fim da tarde se arriscou a ficar desempregado e pediu demissão, mas como Deus fecha uma porta e abre outra, hoje ele tem um trabalho melhor e um patrão que o respeita e lhe dá o verdadeiro valor. A paz é fruto da justiça, profeta Isaias. 32,17.


O primeiro patrão nada colaborou com objetivo da paz e não tem direito de reclamar, foi irracional, usou a lei do bruto, foi indigno de sua espécie e tirano, pois provocou raiva, sentimento de abandono a este empregado que poderia tornar-se violento com a injustiça, porem o segundo patrão restabeleceu o sua autoestima, a confiança, e colaborou para que mais uma célula deste corpo social ficasse sadia, tornando-se uma unidade essencial para agregação do homem.

Armamos nossos espíritos com intrigas, rasteiras, injustiças, desconfianças, covardias, insultos,intolerância,calúnias, o que vocês acham o que vai acontecer , a PAZ???

O conceito de Paz está na consciência de cada um e ações, contudo são sementes que plantadas podem nascer espinhos mortais ou flores, quando nascem espinhos são difíceis de extirpar e prejudicam a todos, no entanto as flores com sua delicadeza e perfume mesmo que caiam algumas, atrairão os mais felizes , anunciarão a primavera e produzirão frutos.



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h21
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PENSAMENTOS

"As coisas não vão bem quando a humanidade fadiga excessivamente sua inteligência, e procura ordenar com o auxilio da razão as coisas da razão, as coisas inacessíveis à razão".  

 Herman Hesse.




A razão pertence à inteligência fria e calculista, acho que precisamos agir com a inteligência mas nunca esquecer do que sentimos no coração, da sabedoria e dons que vem de Deus, que muitas vezes a razão que real e materialista nos impede de alcançar.



Categoria: Pensamentos/Provérbios/Piadas
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h19
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"DE MÃOS DADAS"

"DE MÃOS DADAS"
Rivaldo R Ribeiro
Parece que foi ontem, nós ainda jovens sentimos num momento que era impossível um ficar sem o outro. Olhávamos a nossa frente: um longo caminho que teríamos que enfrentar. O casamento veio com uma linda esperança de felicidade, e atrás dos sonhos em comum seguimos em frente, numa busca incessante.

Já se passaram curtos 24 anos de convivência, você soube compreender meus conflitos, aceitou-me do jeito que sou. Hoje olhando para trás, nossos dias, meses e anos foram belos porque foram vencidos, com certeza nossos elos foram ligados por Deus, e com ajuda DELE superamos e superaremos tudo...

Você se tornou o esteio no nosso lar, uma mansão de oito cômodos. Sempre olha nossos filhos já adolescentes com a magia do seu amor, com um ritual sintonizado com sua fé, sua benção, sua energia amorosa, tornando-se uma mãe querida e protetora...

Quando eu estou errado, você mostra o certo.
Quando vacilo alheio as coisas, abre-me os olhos.
Quando me falta fé, você não deixa Deus esquecer de mim nas suas orações, que quantas vezes vi silenciosa de joelhos no nosso quarto pedindo a nossa proteção.
Sempre a meu lado transforma sonhos possíveis em realidade.Minhas asas são seu amor.
Me ajuda a ser bom. Me ensina a ser honesto. A meu cansaço, a minha fadiga, o seu aceno renovador.A meu nervosismo a sua calma. As minhas angustias, o seu ouvido. A minhas idéias tristes e deprimentes, seu sentimento positivo. Quando a luz do dia chega é a primeira voz que ouço.

Hoje, olhamos para nossos filhos, pedindo as bênçãos de Deus para que encontrem nos seus caminhos alguém que também de mãos dadas com eles, os compreende e os amem, caminhem para o futuro e lá cheguem como nós felizes. É certo que ainda temos muito caminho a nossa frente, agora juntos com eles, a família maior, o amor maior, as esperanças maiores, assim olhamos à frente num ponto qualquer no futuro, e juntos procuraremos nos nossos instantes perdidos, que durante a nossa vida por inexperiência deixaram de ser aproveitados, que agora iremos ensinar a eles.

Uma homenagem a minha esposa, e mãe querida, JACIRA (FIA).



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h17
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A T E C E L Ã,Minha esposa

A T E C E L Ã,Minha esposa

Rivaldo R. Ribeiro


Uma artista que não assina suas obras está sentada com um semblante de sonhos e sono tecendo na sala. De forma improvisada com sua agulha como se fosse uma varinha de condão entrelaça os fios de algodão como se fossem fios de ouro, criando trabalhos em forma de folhas, flores, animais, e formas geométricas que serão recompensados com pouca esperança de valores materiais, mas se sente feliz em ver a sua obra terminada, como toalhas, cortinas, tapetes, almofadas etc.

Na loja, o novelo de barbante inerte calado, não imagina no que será transformado quando desce das prateleiras e vai para as mãos da tecelã. Não será mais usado para amarrar pacotes, sabe-se lá com o que dentro. Será transformado na beleza, admirado, enfeitar os ambientes, preencher os vazios, com as formas que a tecelã já imagina em criar, que tantas vezes sem medir esforços acorda bem cedo quando o sol ainda se mexe devagar com o rosto no travesseiro, para que as suas inspirações cheguem mais nítidas, e às vezes sofre por não saberem reconhecer o seu esforço.

-Nossa mãe!...A primeira voz que a tecelã ouve, é sua filha que é já uma poderosa força vital feminina que acorda. Nossa mãe! Que lindo... Este é nosso? A tecelã respondeu que sim... Porém...

Em tempos difíceis a tecelã recorre a força de suas orações e de porta em porta expõe seu trabalho da melhor forma possível, muitas vezes a olhos que nada vêem e não imaginam a profunda fé e esperança que ela depositou naquele trabalho, pois será impalpável esta fragrância divina, mas ela não desiste... Seu caminho é aquele... Logo a frente encontra olhos que enxergam claramente a autenticidade de sua criação...

De volta para casa, a amiga da vida duplica sua alegria com seu sorriso cativante, irá comprar outro novelo de barbante que será transformado em outra obra de arte, e salvo do destino de amarrar embrulhos e pacotes, mas agora é outro momento, deixa a agulha de lado que irá descansar de seu balé, assim volta para seus sonhos: preparar os filhos para irem a escola...

A tecelã não imagina que no seu modo simples e batalhador, é um molde para que seus filhos a seguem no exemplo na construção de seus próprios destinos, que é o fermento que transforma a sua família numa massa homogênea de amor, união e fraternidade, êxito que nasceu na qualidade de sua coragem.

Assim vejo minha esposa (Fia), que Deus um dia me deu de presente, acrescentando nossos dois filhos, e às vezes a incapacidade de entender o que realmente interessa reclamamos da vida...


Meu espírito se compraz de três coisas que têm a aprovação de Deus e dos homens:
A concórdia entre os irmãos, o amor dos próximos, e um marido e mulher que se dão bem entre si. Eclesiástico. 25,1-2.



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h14
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A fotografia

A fotografia.

Rivaldo Roberto Ribeiro

Num dia desses fui procurar recordações nos meus álbuns de fotografias, e no meio de todas, uma parecia que estava a zombar de mim, eu olhei para ela, e ela olhou para mim com aquela cara de pena mista com zombaria, com um sorriso de satisfação de quem teria conseguido parar no tempo, apesar de amarelada e com um pouco de estrias, retratava-me um jovem adolescente com um sorriso cheio de sonhos: via o mundo com caminhos largos, distâncias e sonhos possíveis de alcançar. Assim buscava na minha memória por onde teria andado, as distâncias vencidas e sonhos realizados, como foi rápido meu amigo...Aquele dia que passei no Salto da Avanhandava, suas quedas, a ponte, o restaurante sobre as pedras, a passarela. Nossos cinemas o São João, o Cine Paroquial, as matines com os filmes do Mazzaropi, os Bang Bangs, o Tarzan, Durando Kid, a minha Ubarana antiga...e por falar em Ubarana que saudade daqueles tempos, era um lugarejo cheio de vida e histórias, um dia eu conto...

As fotografias iam contando os momentos e criando na memória imagens que não foram retidas pelas câmeras, mas que nas conversas de família dos que participaram daqueles momentos mágicos, levam a emoções de sorrisos e lagrimas...

Deixei ao lado as velhas fotografias não gostei do jeito delas, traziam muitas saudades dos tempos já vencidos, e diziam na minha cara que estava ficando velho, e passei a olhar as mais recentes, uma nova fotografia que me retratava como sou hoje: mais velho, com cara de um pouco mais de juízo, porem vencido e cansado pelas tentativas de não discordar, e sempre disposto a não ver defeitos.

Juntei todas as fotografias, e as tranquei na gaveta... Elas sabiam muito de mim...não entanto elas definem o nosso passado que é o que traduz que somos hoje.



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 20h00
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Quem eram eles?

QUEM ERAM ELES?

Rivaldo Roberto Ribeiro

Pela fisionomia do seu rosto imaginava-se que Sr. Pitolomeu Leão era um homem perverso, naquele coração duvidava-se que havia alguma coisa benigna, nos seus olhos via-se uma penumbra aterradora difícil de definir , tinha um sorriso discreto e raro, com sua pouca conversa transmitia a todos um comportamento pouco amigável e afetuoso, quase nada se sabia dele, apenas que era casado com Dona Manuelina , tinham 12 filhos!! ?.E tudo isso levava alguns a conjeturar de um possível passado rumoroso...

Numa manhã um "coitado" fugitivo, não se sabe por que? Ou de quem? De si mesmo? Da polícia ou da mulher? Apareceu maltrapilho na vila , acanhado e com aquele jeito de bêbedo arrependido, foi bater a porta do Sr. Pitolomeu Leão , os espectadores olhavam de longe curiosos prevendo que iria acontecer um medonho transtorno. Alguns pronunciavam desorbitadas sandices, e naquele delírio julgavam que o "coitado" poderia padecer horríveis pavores na mão daquele malfeitor, até agressões de morte.

A porta foi aberta... um rápido dialogo! E o "coitado" desapareceu dentro da casa, todos ficaram apavorados com a possível desgraça que poderia acontecer... A vila toda ficou de sobreaviso! Advertências eram dadas: Se ouvissem gritos, formariam uma comissão e chamariam o Sr. Epílogo Pacifico que tinha sempre soluções finais para estas questões de brigas e juntos tentariam persuadir o Sr Pitolomeu Leão para que não cometesse tal desatino...

A noite chegava, a desconfiança de todos aumentava. Moças com braços cruzados passavam tímidas cabisbaixas, imaginando coisas sobre aquele "coitado", ou outra coisa qualquer natural das moçoilas.... Com a expectativa nem os cães ladravam...Aquela foi uma noite terrível com muitos sobressaltos.

No outro dia, um ou outro passava em frente a casa com olhares oblíquos, e apressavam os passos, pois não queriam levar um tiro ou algum safanão por causa da curiosidade...

De repente ouve-se um barulho e com um empurrão a porta da frente é aberta... Todos de longe olham assustados, uns atrás dos muros; outros atrás da figueira; um passou a cavalo fingindo que nada era com ele; a "mulher" da janela olhava só pela fresta; tinha um também no campanário da igreja; todos imaginavam o "coitado" atirado sobre a areia branca da rua, talvez sem vida ensangüentado, sei lá mais o que?...

Um homem vestido com roupas novas e calçado com botas de couro, vinha de dentro da casa com um sorriso largo no rosto seguido pelo Sr. Pitolomeu e Dona Manuelina (??). Mais de perto se reconhecia que era o "coitado", estava barbeado, limpo e alimentado...O homem do campanário não suportou a surpresa!! Dependurou-se nas cordas e aos gritos tocou o sino com fortes badaladas que se ecoavam até o infinito... Alarmado o povo saiu de trás dos muros; de trás da figueira; a "mulher" da janela voltou a abri-la como sempre observando todos; e aqueles que sempre nunca tem nada a ver com isso ou aquilo, também agora se mostravam, e juntos com todos formaram um grande burburinho, risos, palmas, abraços... As moçoilas formavam seus grupinhos e com suas vozes alteradas falavam todas juntas e todas se entendiam. O Sr.Pitolomeu Leão mesmo sem compreender o porquê do silêncio rompido e de toda aquela algazarra, via que ainda o sanfoneiro com algum receio oculto estava calado, então lhe deu uma palmada nos ombros, assim o sanfoneiro chegou forças nos braços acompanhado pelo Sô Quinzinho do triangulo, e a música embeveceu a todos naquele sacolejo hilariante.

Assim a festa continuou...Até que o sol desconfiado, viesse com um novo dia.



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 19h47
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UM CASO DE TRÂNSITO

Um caso de Trânsito
RIVALDO R. RIBEIRO
"A pequena história que conto abaixo pode ser trágica, de impacto, porem é uma forma que encontrei para alertar sobre o perigo do trânsito, que nesta semana eu presenciei por duas vezes perigo real de atropelamento de crianças que vinham das escolas, que por uma Providência Divina não ocorreu, evidentemente escolhi os nomes das personagens não convencionais".
A jovem Ostra e um rapaz que se chamava Mar se amavam muito, começaram seu namoro com muitos sonhos, planejavam isto e aquilo, uma casa que fosse pequena, mas confortável, juntaram suas economias e os restantes preitearam o financiamento na Caixa, se sujeitaram a alguns anos de sacrifícios e assim conseguiram quitar sua casa, agora prontos para o casamento, a felicidade era total, o mundo girava em torno deles, assim planejavam a vinda do primeiro filho....
A jovem Ostra então ficou grávida , foram nove meses de expectativas e preparativos: o berço bem decorado a espera do filhote, a pintura nova do quarto etc. Depois da barriga enorme, mal estar natural das gestantes... O nascimento foi lindo, nasceu uma criança que trazia luz para aquela pequena casa, e resolveram dar-lhe o nome de Pérola.
Passaram-se alguns anos, depois dos primeiros passinhos, primeiro tombos, agora tinha que ir para escola, os pais com orçamento apertado ficavam o dia todo fora trabalhando, então Pérola aos cuidados da avó aposentada, tomava seu banho seu café e ia à escola. Dona Ostra sempre aconselhava a pequena Pérola dos perigos das ruas, se pudesse a levava a escola mas tinha que trabalhar, não podia atrasar o chefe não entenderia.
Nos primeiros anos a avó de Pérola procurou leva-la, mas uma artrite a impediu que continuasse nesta amorosa tarefa, e acreditando que Pérola agora saberia conduzir-se nas ruas, ela tinha que encarar os veículos como inimigos fatais.
Mas como toda criança a distração faz parte de seu comportamento infantil, um dia Pérola distraída atravessou correndo sem olhar, não era uma rua perigosa, ali não havia necessidade de altas velocidades, contudo a correria dos que perseguem o inútil não notou a pequena criança, seu corpo foi arremessado ao solo... ferida não conseguia mover-se... ao redor curiosos olhavam aquela situação trágica... o motorista assustado ou covarde evadiu-se... a pequena ali no asfalto quente esperava socorro, uns lamentavam com pena, outros não sabiam o que dizer, outros diziam palavras de ofensas a estes malucos do transito, enquanto isso Dona Ostra e Sr. Mar trabalhavam duro na esperança duma vida melhor a Pérola: melhores estudos, para que quando adulta não sofreria tanto, e sonhavam com uma família que pudesse se reunir com mais freqüência, pois sentiam muitas saudades de Pérola, naquele instante o Chefe aproximou-se de Dona Ostra, agora amável, bem educado, um amor de pessoa! pois tinha que dar a terrível noticia...
No hospital Dona Ostra e o marido num canto calado com o desespero contido pela fé, lagrimam os olhos, sentiam-se sozinhos e desamparados, os sonhos estariam perdidos? Esperavam o pior..as horas eram de angustias terríveis, mas quem tinha o nome de Pérola tinha que brilhar.
As enfermeiras e os médicos corriam pra cá e para lá, e os dois ali quietinhos não tinham coragem de perguntar sobre a pequena criança, pois tinha receio do pior, atravessou-se à noite, já de manhãzinha Dona Ostra num cochilo rápido sonhou com um "anjo" que se aproximava e tinha nas suas vestes brancas um brilho intenso, acordou de repente e viu diante de si a pequena Pérola de mão dada com uma enfermeira: tinha curativos, uns pequenos corte na testa, nada mais...
"Não poderia permitir que nada de ruim acontecesse a esta personagem, mas o nosso trânsito corre este risco, pensem nisso, qualquer um de nós pode destruir um sonho, não devemos encarar os pedestres, crianças ou velhos, como se não fossem ninguém, como se não fossem amados por Deus, pelos parentes, pelos vizinhos, por todos que os conhecem, como se não sentissem as terríveis dores dos traumas de um acidente, e ai??".



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 19h32
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A criança da calçada

(Rivaldo Roberto Ribeiro-
José Bonifácio-SP)

Quando vi aquela criança na calçada, observei que ao seu lado havia uma espécie de vasilha onde as pessoas comovidas, ou com remorso colocavam algumas moedas, imaginavam que assim pagariam suas dividas com sua consciência e com Deus... Ela aparentava três ou quatro anos, barrigudinha, de braços e pernas fininhas, calada, ali encolhida, alheia a tudo, no seu rostinho sujo havia um risco que era o caminho das lágrimas que por ali sempre escorriam, nas narinas as secreções melequentas de algum resfriado mal curado, denunciando o seu sofrimento e abandono... Se sobreviver como estará hoje?

Lembro-me que uma mulher passou por mim ofegante, tinha a barriga grande já mostrava nove meses de sacrifícios, talvez inútil sonhos diante deste mundo brutal, ela olhou para a criança da calçada, sua fisionomia demonstrou pena e pavor...

A mulher tinha um marido, mas não sabia por onde ele andava, a ultima noticia dava conta que ele trabalhava num canavial qualquer neste mundão de Deus, e reclamava muito das condições por lá, mas mesmo assim certo dia ele mandou algum dinheiro que não deu para quase nada, a partir daí não se ouviu falar mais dele, se morreu enterraram por lá mesmo, mas a mulher desconfia que o safado se enroscou com alguma rapariga daquelas bandas...

Neste momento a mulher que olhava para a criança, disfarçou, e num movimento rápido tentou enxugar as lágrimas que teimosas tentavam escorrer pelo seu rosto, balançou a cabeça acomodando seus cabelos lisos e finos, e com os passos devagar e doloridos, caminhava de cabeça baixa olhando o chão sem ver os buracos e pedras, o que ela via era o medo do futuro da sua cria ainda na sua barriga, uma comparação terrível com aquela criança na beira da calçada.

A mulher foi-se distanciando... E a criança da calçada, decepcionada e apática, pois a sua curta vida já tinha lhe ensinado isso, mantinha o olhar distante para o mundo que a recebeu um dia de repente, sem perguntar se queria vir, sem perguntar aonde queria ficar, largou-lhe por ai, mais indefesa que um pequeno animal, porém a estes Deus deu o instinto...

A mulher já distante mostrava-se apenas em uma silhueta, e começava a desaparecer com a tendência no declínio da rua, e assim desapareceu por completo, e a criança da calçada sem esperanças levantou-se e começou seu retorno para mais uma noite de pesadelos junto aos maiores que iriam se juntar na praça, com medo da polícia, do frio, da chuva, e das sombras fantasmagóricas da noite.

A noite foi rápida, a criança da calçada teve sorte, dormiu sossegada, não foi molestada pelos maiores, pela polícia, pelos fantasmas, dormiu e sonhou, teve lindos sonhos, desta vez nenhum pesadelo, apenas sonhos... Despertou com o sol acariciando o seu rostinho sujo, mais um dia na calçada, pedir esmolas aos transeuntes, uns olhavam com desdém ou com medo, outros falavam qualquer coisa inaudível, coisa boa não poderia ser, ou se fosse era apenas de pena e de longe jogavam algumas moedas, e a criança da calçada barrigudinha, ficou ali de cabecinha baixa, não tinha coragem de olhar para o alto, nele estava seu futuro...não via nada...

No entanto a noite para a mulher da barriga grande, foi difícil, veio a dor do parto, seu barraco pobre não tinha quase nada, tentou não gritar, mas foi impossível, ouviram...Correram para socorre-la. A cidade lá embaixo brilhava como nunca, uma brisa suave corria entre as ruelas, e seu presente chegava, um lindo menino forte como nunca se viu, todos sorriam, alguns choravam emocionados, andavam para cá e para lá, e a noticia corria que a criança da mulher havia nascido, um menino que prometia ser valente...

Assim que se passaram todos os atropelos do parto, logo de manhãzinha a mulher desceu a rua devagar, outra esquina, subiu outra rua, e tornou a descer, a descer...E a criança da calçada de repente sentiu que pegaram na sua mãozinha, devagar, suave, era a mulher da barriga grande, com o filho no colo e disse-lhe com sua voz amorosa: - Vem... Vamos...(



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 18h55
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Responsabilidade da imprensa

("A responsabilidade e a liberdade da imprensa numa sociedade democrática derivam do direito que tem o indivíduo de saber e compreender o que se passa à sua volta. A relação entre indivíduo e sociedade livre não é de oposição, conflito ou medo, mas de reciprocidade". Willian Harlen. )



Categoria: Pensamentos/Provérbios/Piadas
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 18h38
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ELOS DE LIGAÇÃO.



Poderemos nos comparar com as formigas e sua sociedade, é nas suas fileiras que se dão os contatos para que cada uma delas descubra seu destino e caminho. E nós descobrimos esse elo através das artes, literatura, e toda forma de expressão que define quem somos e para onde vamos. Assim é bom termos este instrumento para isso: O SENSO ARTÍSTICO, que é o elo de ligação entre o homem de ontem, de hoje, e do futuro distante.

É numa obra de arte que o homem do futuro vai nos conhecer, analisar, admirar ou odiar, depende do que iremos construir hoje para o futuro.



Categoria: Pensamentos/Provérbios/Piadas
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h07
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ESCREVER NA INTERNET...

Escrever na internet é deveras interessante, agente escreve como se estivesse dialogando com muitas pessoas, tentamos convencer das nossas idéias, nossos pontos de vista, muitas vezes são desabafos, outras vezes é uma massagem no ego. Bom! E por ai as letrinhas vão caminhando livres soltas, sem medo.

A rotina nunca é igual, quantos amigos virtuais encontramos pelo caminho, a maioria pensa como agente e agente como eles.
E no desligar do computador vamos dormir sossegado com a impressão do dever cumprido. E no outro dia descansado, novas idéias vem a cabeça, mudar o template, a cores das palavras, algum erro de ortografia é encontrado pois a velocidade do tempos modernos não dão tempo para uma minima revisão, e novamente começamos teclar...



Categoria: Pensamentos/Provérbios/Piadas
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 20h43
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O homem é o cenário de si mesmo

O HOMEM É O CENÁRIO DE SI MESMO.


A humanidade encena seus caminhos, suas vaidades e luxo, vai atrás dos brilhos, das cores falsas, dos vestuários dispensáveis, da maquinas supérfluas, dos alimentos indigestos e nocivos, suas trilhas são apagadas, formam caminhos sem rastros, não olham para trás e nem a frente, vão pela ganância, pela disputa, cavam os fossos, erguem paredes e muralhas.

A humanidade não segue o caminho das águas....



Categoria: Pensamentos/Provérbios/Piadas
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 20h35
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PENSAMENTOS...

PENSAMENTOS:

"Os verdadeiros amigos não pedem dinheiro emprestado e nem favores desmedidos, para que não haja constrangimento na relação de amizade".



"Por que meu Deus nos deste uma inteligência tão curta?".
Sem ser capaz de evitar a violência, esta eterna novidade,
Que nos machuca, mas não desperta da nossa dormência,
Sei lá! O que pensar deste mundo...".



Saudade fumaça? Toda saudade é fumaça, é bruma, é nevoa seca do inverno, é nuvem, arde aos olhos e as lágrimas correm...
Saudade fumaça é um sentimento que bate no coração, mexe com a imaginação, a gente vê distante e imagina o que se passa por lá? Um tempo que passou, um amor que se foi, uma vida que não volta mais... Fumaça!!!



Passo os dias preso trabalhando. Tempo não tenho para fazer isso... Com certeza, preferiria olhar o mundo de forma diferente. Todos sonhamos durante a vida com a liberdade, a vida passa e a liberdade não vem...



"A FALTA DE HUMILDADE É COMO O PICO DE UMA MONTANHA, ONDE NADA NASCE OU BROTA, ONDE É FRIO E GELADO, ONDE NÃO EXISTE FLOR, NÃO EXISTE AGUA, ONDE O SOL É TIMIDO, E O PERIGO DE UMA QUEDA É FATAL, SEM CHANCE DE SOBREVIVER". ( Rivaldo R Ribeiro. )


"Sonhar leva a realidade.

Sempre encontro pessoas que dizem que sou um sonhador às vezes de forma depreciativa.

Entretanto somos nós os sonhadores que carregamos o mundo nas costas, somos nós que lhes abrimos os caminhos, somos nós que apontamos à luz do final do túnel, eles vivem na escuridão da realidade, pois, é algo que está pronto, a realidade e tudo que foi construído pelos sonhadores".



Categoria: Pensamentos/Provérbios/Piadas
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 20h15
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O MENINO DEFICIENTE

 

Rivaldo R. Ribeiro (José Bonifácio-SP)

  

Já era noitinha, o menino enfiava o pé pequeno e defeituoso na sua alpargata, e ia pela praça dando seus pulinhos para resguardar seu pé dolorido ou tentando disfarçar a sua anomalia, e dessa forma chegava à casa da bondosa dona Diná para assistir televisão, pois havia poucas casas com aparelhos de TV naquela época, lá ficava quietinho num canto junto com outros meninos vendo os filmes de bang-bang, aventuras, policiais etc. ele não entendia muita coisa, mas o mundo naquela telinha o divertia, o deixava curioso, o levava a sonhar, a questionar sua vida e imaginar o que havia além dos seus horizontes...

  

Outras vezes quando ele machucava seu pé deformado ele saia pulando até a casa mais próxima, do Sr.Nelson, onde também havia um aparelho de TV, ali já tinha sua cadeira cativa no canto na sala, lá ele ficava como sempre, quietinho, só lembravam da sua presença quando ouviam a sua gargalhada repentina, por causa de alguma cena engraçada da TV.

  

Além de ver televisão, o menino às vezes aventurava-se a procura de algum tesouro num deposito de sucatas. Ia escarafunchando até encontrar o que mais lhe interessava, livros de aventuras, Gibis, romances, jornais e revista velha, quantas novidades ele foi desvendando, imaginem um dia ele encontrou um livro em espanhol que dava dicas de como fazer um parto, outro sobre o primeiro transplante de coração, e assim foi se alimentando de conhecimentos que outras pessoas jogavam no lixo.

  

Ainda era criança o seu estado físico não o incomodava, brincava, tentava jogar bola, mas se outro menino o acertasse no tornozelo deformado as dores vinham, e saia mancando ou pulando, sentava num canto e por lá ficava choramingando até se recuperar... E depois devagarzinho e teimoso ia novamente a se arriscar no meio da molecada...

  

A sua dificuldade de caminhar o levava a um sonho: um dia ganhar uma bicicleta, mesmo contra a deficiência causada pelas seqüelas da poliomielite: atrofia muscular na perna direita, o problema no pé e as opiniões dos pessimistas ele tentou... Tentou... Tentou... E assim um dia em cima duma bicicleta emprestada apoiando-se nos muros, ele conseguiu equilibrar-se e com a perninha esquerda foi levando os pedais rua abaixo... Até hoje vem a mim as recordações da festa e da torcida das outras pessoas, para que ele continuasse a pedalar...

  

Com a morte de seu pai a sua vida iria tornar-se muito difícil... Sua família agora resumia na sua mãe e uma irmã mais nova, outros parentes distanciaram-se... Cada um tinha sua vida (!!!).

  

Sempre pelos cantos lendo seus velhos livros, alguns o rotulavam de "boboca", outros se referiam a ele como um menino "problema" porque quando seu interior chorava e o seu corpo tremia, achava consolo debaixo de alguma cama da casa e junto com as aranhas, pares de chinelo, pinicos, envolto no seu silencio adormecia.

  

À noite ele ia para uma praça próxima a sua casa e lá ficava em volta do carrinho de pipocas e doces, com aquele olhar "comprido e vítreo" por causa das lombrigas agitadas, com seu jeitinho de moleque travesso ficava ali como quem não queria nada. Uma vez ou outra temendo que estivesse cometendo algum delito ele pegava desconfiando o que caia no chão, até que o pipoqueiro ou alguém lhe dava um maço de pipocas ou amendoim, assim ele saia pulando sentava num banco da praça e lá ficava com a consciência tranqüila comendo sossegado.

 

 CONTINUA...



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 19h34
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O MENINO DEFICIENTE...CONTINUAÇÃO....

Chegava o tempo das aulas... Agora nas manhãs o menino começava enfrentar o mundo... Ia para a escola e ficava encolhido num canto até à hora do "sinal", assim em fila com outros alunos iam todos para sua classe, escolhia sempre um dos últimos bancos... Preferia ficar sozinho tinha pavor de ser descoberto, e quando as abordagens aconteciam com aquelas perguntinhas inocentes ou maldosas o menino não respondia, porque na sua visão já se via diferente de outros meninos, e não tinha encontrado nada em si que poderia complementar as suas limitações.

 

 

Assim o menino já começava a penetrar nos mistérios da adolescência, a imaginar coisas intimas que logo de inicio se excluiu, pois o julgamento de si próprio era terrível, se enxergava roto, torto, desordenado, e não encontrava alento para que isso se resolvesse. A inocência que antes era a sua armadura contra o mundo foi-se quebrando, e o mundo escolar começou a representar para ele um lugar de tormentas e aflições.

 

 

O único sentido na sua vida além das curiosidades nos livros encontrados na sucata, era a uma velha bicicleta que ganhou da sua mãe. E pedalando com a força da perna esquerda corria pelos arredores da cidade em companhia de seu periquito que adorava ficar agarrado no guidão ao sabor do vento, buscavam nos campos outros seres viventes que apenas lhe traziam suas plumas, suas cores, seus cantos e nunca lhe perguntavam por que não caminhava direito? Num destes passeios o menino encontrou um passarinho com uma asa ferida, colocou a sua mãozinha sobre a ave pediu a Deus e disse: "voe eu te ajudo" e o passarinho voou... A graça do passarinho entre os galhos se desfazendo do medo, despertava no menino um misto de ternura e companheirismo, o bichinho havia encontrado ajuda... Em vôos curtos ia para uma árvore, outra árvore, e fugiu para a floresta...

Completava 13 ou 14 anos, órfão de pai foi obrigado a trabalhar num escritório de contabilidade, o escalaram para os serviços externos, uma tarefa incompatível com sua realidade física e psicológica, porque fizeram isso? Por que há pessoas que não compreendem as dores alheias? Talvez porque não compreendem coisa alguma... (Sei que parece mentira, ficção para ilustrar esta história, mas deu-se exatamente assim e com maiores detalhes.) A morte passou pela sua mente muitas vezes, mas não daria esse prêmio a eles, não mereciam este sacrifício...

 

 

Já não usava mais as alpargatas, neste tempo o menino já calçava botas improvisadas como se fossem ortopédicas. E no pé deformado ele colocava varias meias e apertava bem os cadarços assim aliviaria as dores que sentia no tornozelo... E pelas ruas pedalando com a perna esquerda ia e vinha com papeis, dava recados, fazia cobranças, pagamentos nos bancos, percorria as repartições, fazia amizades, aprendizagem sobre a sua existência, descobria que havia homens doidos e homens bons, e cada um deles apontava um caminho. Descobria que havia o caminho das pedras e das flores,e cada um deles levava a um destino.

 

 

Destino... Eis que cruza na rua com um amigo que não sabia que existia... Sr. Armando aproximou-se do menino, não perguntou se lhe doía à perna, não perguntou nada, apenas se queria trabalhar no seu escritório e a função era apenas interna, teria sua mesa e seu espaço e novas oportunidades.

 

 

E assim começou seu destino em cima da sua bicicleta pedalando com a perna esquerda, agora apenas para ir ao novo trabalho... Até hoje que não se lembra do menino deficiente, é só descreve-lo, aonde anda pelo mundo?

 



Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 19h25
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PAZ INTERIOR

PAZ INTERIOR

Imagine que há um anjo de Deus
a seu lado neste momento...

Feche os olhos ,silencie, fique tranqüilo
e pense em todos os problemas
que gostaria de solucionar...

Tudo o que te angustia, te faz chorar,
te oprime, te preocupa, te deixa triste...

Até mesmo seu medo do futuro,
de errar, de escolher o caminho errado...

Pense agora em tudo isso...

Abra seu coração e se imagine
entregando tudo isso a Deus...
Coloque as suas mãos em posição
de entrega ainda de olhos fechados...

Se não der, imagine se entregando agora,
como alguém que entrega
um saco bem pesado
para outra pessoa levar...

Se imagine limpando seu coração,
tirando o lodo, varrendo a poeira,
abrindo as janelas...

Mas se concentre, se desligue de tudo
ao seu redor; agora é só você e Deus...

Pense no rosto de Deus,
no abraço de Deus,
no amor de Deus, aquele sopro suave te embalando...

Veja esse fardo ir escorregando
das suas mãos, saindo, o vento levando para as mãos do anjo...
Relaxe e sinta a sensação de alívio interior...

Acendeu-se uma vela, uma luz interior,
você jogou fora todo o lixo...

Agora imagine tudo de bom
que você quer que aconteça
ou que já aconteceu...

Momentos de felicidade,
amizade, carinho, paz, romance...

Coloque tudo em suas mãos, imaginariamente,
e faça o gesto de guardar no seu coração,
como se guarda uma jóia numa caixinha.

Diga um obrigado
com muita fé, de coração...

Agradeça por tudo isso de bom
que ficou e pelo ruim que saiu...

Agora abra seus olhos, conte até três
e respire bem fundo e devagar...

Inspire e expire bem devagar...

Vá sentindo essa paz interior,
um amor que te preenche,
uma liberdade incrível...

Agora, imagine que o anjo voou
e levou suas orações
em um saquinho para Deus...

Imagine Deus abrindo, lendo...

E imagine que o saco de fardos
foi aberto e seu conteúdo
se desintegrou no ar...

Sumiu sem vestígio...

Imagine o anjo voltando
com seu saquinho de respostas na mão...
Se imagine abrindo o saquinho...

Abrindo devagar e vendo coisas boas,
muito boas lá dentro...

Agora volte um pouco à realidade ...
e agradeça a Deus pela respostas...

Mesmo sem saber quais são elas ainda,
agradeça, porque são o que há de melhor para você...

Fique tranqüilo sabendo
que em breve irá conhecê-las...

(A.D)



Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h11
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